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1.1 Teoria de Áudio I: Frequência, Volume e Amplitude

Abaixo você encontra o conteúdo desta aula em formato de texto. É essencial que mesmo assim assista ao vídeo, para conhecer exemplos e entender o conteúdo com mais clareza.

Definições encontradas no vídeo

Todo som é, na realidade, uma onda – criada mecanicamente. E para podermos trabalhar com áudio, precisamos entender essa composição do som, por meio das definições presentes em uma onda. As ondas são formadas por picos e vales, que se repetem de diversas formas, por ciclos, formando assim o som.

Frequência

A frequência é a quantidade de ciclos desses picos e vales em nosso som. Cada repetição de “sobe e desce” é um ciclo, e várias dessas repetições formam uma onda, que no nosso caso é o som.

A frequência é medida em Hz (hertz). O número de hertz na frequência é a quantidade de ciclos, ou de repetições dos picos e vales.

Quanto menor o valor em Hertz, mais fraca é a frequência, e o som é mais grave. Quanto maior o valor em Hertz, mais forte é a frequência, e o som é agudo. O que fica nesse meio termo chamamos de frequências médias.

O ouvido humano em condições naturais consegue perceber frequências de 20Hz a 22.000Hz. O processo que irá alterar as frequências do som digitalmente é a equalização.

Amplitude

Este conceito é simples: é a distância vertical entre o ponto mais alto e o ponto mais baixo da onda. Está intimamente ligado com o volume: quanto maior a amplitude da onda sonora, mais intenso será o som, ou seja, maior o volume.

Volume

O volume é ainda mais simples de ser entendido, pois ele está muito presente no cotidiano. Trata-se da intensidade sonora, ou o quão “alto” estará o som – apesar de você descobrir no vídeo que dizer que um som está alto ou baixo é errado nesse caso.

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